Escritor e Poeta Jean C. de Andrade

quarta-feira, 19 de maio de 2010

EXTINÇÃO DO MAL


EXTINÇÃO DO MAL
Na didática de Deus, o mal não é recebido com a ênfase que caracteriza muita gente na Terra, quando se propoe a combatê-lo. Por isso, a condenação não entra em linha de conta nas manifestações da Misericórdia Divina. Nada de anátemas, gritos, baldões ou pragas. A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem. A propósito, meditemos. O Senhor corrige: a ignorância: com a instrução; o ódio: com o amor; a necessidade: com o socorro; o desequilíbrio: com o reajuste; a ferida: com o bálsamo; a dor: com o sedativo; a doença: com o remédio; a sombra: com a luz; a fome: com o alimento; o fogo: com a água; a ofensa: com o perdão; o desânimo: com a esperança; a maldição: com a bênção. Somente nós, as criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe. Simples ilusão. O mal não suprime o mal. Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que o único poder de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do Amor.Por isso amados, neste amor que estamos, neste colo bendito de Jesus, não tenha medo.Estamos blindados, protegidos e somos impelidos a Evangelizar.